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13 de janeiro de 2015

Elódia a Biblioteca - Guia II

A segunda instituição de maior poder em Elódia. A biblioteca.




  1. A Biblioteca


A grande biblioteca de Elódia é responsável por guardar segredos e poderes milenares adquiridos em séculos de existência da grande cidade. É reconhecida entre as instituições mais respeitáveis do continente e desponta imponente dentro dos muros da grande cidade.


II. Setores e níveis de acesso


A biblioteca de Elódia subdividisse em níveis e setores hierarquizados de acesso à informação. Esse modus operandi de controle é utilizado para que se preserve a segurança e o sigilo das informações.


Existem duas grandes alas:


Ala livre: contem textos de caráter acadêmico, ou seja, utilizados em estudos e pesquisas.


Esses documentos subdivide-se em:


  • Abertos: livres a toda criatura sem pendencias com o governo.
  • Sigilosos: exigem que a pessoa que requisita o documento seja um cidadão de Elódia ou tenha a devida autorização do conselho administrativo da biblioteca.
  • Muito Sigilosos: só pode ser acessado por cargos de alta relevância na esfera administrativa ou com devida autorização do conselho inferior.
  • Sigilo Eterno: só pode ser acessado com autorização do conselho superior.


Ala restrita: esta não pode ser adentrada fisicamente. Apenas a ordem dos guardiões transita em seus corredores. Nela estão guardados todo e qualquer texto de importância fundamental ou que representa um perigo crítico a Elódia ou ao continente. Suas instalações se encontram isoladas do restante do complexo e permanecem sobre permanente vigilância. Algum documento dessa ala pode ser solicitado ao concelho inferior, mas só será liberado sobre autorização do conselho superior. Se a liberação acontecer a criatura responsável pelo pedido será escoltada até uma antessala e nela poderá estudar o texto por tempo previamente determinado e sobre tutela ininterrupta.            


III. Ordem de Alek ou Ordem dos Guardiões


Esta é uma ordem dedicada a preservação e guarda da grande biblioteca. Foi fundada por Alek um mago lendário das primeiras eras. Reza a lenda que este foi um grande estudioso, que dedicou toda sua longa vida aos livros e a observação e que em seu impeto insaciável driblou por muitas vezes a morte na busca de mais tempo para seu conhecimento e seus escritos. Em sua encruzilhada Alek teria fundado a grande biblioteca e posteriormente a ordem. Não se sabe completamente seus passos, mas é de conhecimento comum que em algum momento sua mente perdeu se em seu saber e este passou a outros planos numa insana e eterna busca.

Atualmente o grupo é composto de estudiosos dedicados que cumprem diversos votos e horas interináveis de estudo. São toda mão de obra interna da biblioteca, cumprem desde funções menores como a limpeza e jardinagem do espaço até sua gerencia e proteção. Seu líder máximo é integrante do conselho superior e mantem representantes também no conselho inferior.   


Alek em seus estudos

19 de setembro de 2013

Elódia a Escola de Magia - Guia 01


         Elódia é uma das cidades mais antigas e poderosas do continente. Nela residem duas instituições que detém conhecimento incalculável e uma grande quantidade de poder mágico. 

1. A Escola de Magia


A grande escola de magia de Elódia é considerada a mais antiga e poderosa escola das artes arcanas do continente.

I. Recrutamento, Alunos e Anjos


A escola recruta e treina centenas de criaturas com potencial mágico. Essas criaturas são contatadas em geral por carta. Recebem um convite oficial que lhe permitirá receber a instrução de nível básico, que consiste num treinamento de um ano. Em troca desse treinamento é estabelecido um relacionamento deste aluno com a instituição, chamado de “corrente”. Uma “corrente” é um acordo de fidelidade em que esse aluno tem obrigações para com a cidade. Essas obrigações podem ter diversas naturezas. Desde enviar relatórios de suas ações, realizar alguma missão, receber um emissário ou aprendiz em sua residência até convocações para defender diretamente a cidade ou comparecer a algum campo de batalha designado. Essa, porem é uma corrente de “Duas Pontas” como é ensinado nas aulas de hierarquia e obrigações que se ministram no curso. Qualquer um que tenha participado de alguma das turmas da escola tem acesso a várias oportunidades. Participar desse treinamento significa de forma direta que muitos conhecimentos foram passados e que esse indivíduo dispõe de uma elevada capacidade de manipulação arcana em sua área de atuação, sendo assim ele terá grande facilidade de conseguir um cargo de confiança e destaque em qualquer cidade ou clã. Também ocorre que passar pela escola é o único caminho disponível para qualquer um que queira tecer uma carreira entre as muitas fusões publicas disponíveis em Elódia. Fora isso também vale dizer que, em geral, alguém que tenha passado por esse treinamento será bem recebido em qualquer cidade aliada e tratado com devido respeito na grande maioria do continente. Todo aluno também tem um mestre individual chamado de “anjo”. Um “anjo” é um mago que vive na cidade. É através deles que se mantem sempre a comunicação de cada antigo aluno com a cidade. Eles têm a capacidade de se comunicar mesmo que a distancia com seus protegidos e os defenderá caso estes forem acusados. São mentores, representantes e protetores. Todo mago em atividade no baixo concelho tem, por obrigação, vários protegidos sobre sua responsabilidade.

24 de julho de 2013

Sobre a antiga cidade Anã Cryptawn

A História de Cryptawn

(Cryptown é o local aonde Thúrin disse aos jogadores ter escondido a Chave Mestra do Caixão, local marcado no mapa)
Udúrugun na língua anã, na língua comum se chama Cryptawn, a cidade cripta. Nos tempos que principiaram a Guerra contra os Demônios, na primeira Era, os anões chegaram ao continente de Dagorcain. Muitos se instalaram nas montanhas da Região que chamamos atualmente de Dranor,  outros na região das montanhas de Ferro, onde estão as ruinas dos reinos antigos dos Anões Viajantes.  Sabe-se que muitos desses anões se aventuraram na região Sudeste do Continente, na região compreendia como "As Garras", e lá fundaram uma grande cidade.
Naquele tempo ela era chamada de Mahîn, a cidade das grandes Criações. Esta belíssima cidade fora a primeira a fazer contato com os povos de Primus, o continente vizinho de Dagorcain a sudeste. Mas aqueles Anões não eram navegantes, mas grandes criadores de armaduras, armas, joias e outras coisas admiráveis.  A cidade aproveitou a maior riqueza que algum Reino Anão de Dagorcain já houvera experimentado, e foi ela quem proporcionou todas as condições necessárias para que Harador pudesse fundar a grande cidade de Harad, e assim, criar um verdadeiro ponto de comercio entre Dagorcain e Primus.
Dizem que seus salões são tão imensos e tão profundos  que alcançaram riquezas incompreensíveis mesmo aos olhos anões. Grandes coisas essa cidade construiu e desenvolveu. E grande riqueza ela trouxe para os povos de Dagor.
Mas durante a Guerra contra os Demônios a cidade foi invadida. Por longos dias os Anões resistiram ao cerco demoníaco,  e o número de mortos era absurdo. Depois de dias se defendendo os demônios foram finalmente derrotados, mas muito poucos sobreviveram, e o grande Rei da Cidade caiu na batalha.
A cidade se tornou um símbolo de tristeza e morte, então os anões decidiram torná-la o túmulo de todos os que morreram ali. Em todos os lugares na cidade eles construíram criptas e templos,  locais para mortos e tumbas para milhares. E o lugar foi fechado e consagrado pelos Anões. Um costume se iniciou, e lá foram colocados os túmulos dos maiores Reis, Senhores e Mestres anões.  E assim se seguiu até a morte de Thúrin, o Imprudente.
Sabe-se que pela amizade que existia entre Harad e a antiga Mahîn, agora chamada de Cryptawn na língua comum, o filho do falecido Rei de Mahîn entregou ao Coronel do Mar da cidade de Harad uma das três chaves que poderiam abrir as portas daquele lugar, não se sabe o porque, mas desde então essa chave é guardada por todo Coronel do Mar que lidera Harad. As outras duas chaves se perderam, a ultima delas se perdeu com Thúrin, no dia em que ele teria sido soterrado nas montanhas Thangor.



Conhecimentos:

Cryptawn possui mais de 100 grandes Salões, com tamanhos descomunais(imaginem o grande salão de Moria). Todos estão divididos em níveis, pois a antiga cidade foi construída muito abaixo na terra.
A cidade possui um Salão principal, algo comum em construções anãs, com dezenas de corredores que levam para os 5 níveis a abaixo da terra, e os 3 níveis acima da base da montanha. 
Sabe-se que estranhos são reconhecidos, e a cidade é repleta de armadilhas, geralmente com painéis ocultos para serem desarmadas com chaves próprias, ou com um boa arte de ladinagem.  O uso de forjados e maquinarias mágicas é comum nesse tipo de construção.
As principais tumbas estão localizadas nos 3 níveis que sobem  o interior da montanha,  da base ao cume.  Porém os maiores tesouros se localizam nos níveis abaixo.
Cuidado com qualquer fonte de água que seja encontrada dentro da cidade, e não abaixe sua guarda em nenhum momento, armadilhas e meios de defesa que usam da furtividade são bastante comuns.
Os anões tem o costume de aprisionar ou "contratar" guardiões monstruosos em suas dungeons, como o Behouder enfrentado no Templo de Lórien que protegia a passagem para a sagrada Colina Anã, aonde os jogadores se encontraram com Thúrin.
Os caminhos para os salões principais foram os mais usados nos últimos tempos, e os que levam para as profundezas de Udúrugun estão abandonados a milhares de anos.
Blocos no chão, cordas escondidas, tesouros amostra, áreas mágicas são gatilhos muito traiçoeiros que infestam local.
Thúrin, antes de morrer, não disse aos jogadores aonde ele escondeu a chave, se junto aos tesouros nas profundezas da cidade, ou nos tão bem guardados salões aonde os grandes Reis descançam.
Qualquer outro detalhe necessário será compensado com as vantagens em perícias que serão dadas aos leitores.

OUTROS TEXTOS SUGERIDOS(TODOS NA MARCAÇÃO "HISTÓRIA"):

Ascenção do Reino Anão Leste



Da ruína de Thúrin o Imprudente


30 de junho de 2013

A Cidade de Harad, no Grande Deserto de Dagorcain

(Esse texto contem uma história importante para a cultura do continente, mas serve principalmente como fonte de informação para os jogadores)

Quanto a História da Cidade


A Primeira Era terminou no final da Guerra do Caos, quando os demônios tentaram invadir o mundo. Muito sobre as histórias e conhecimentos dessa época se perdeu na transição para Segunda Era, já que todos os continentes haviam sido afetados pela guerra. Cidades foram destruídas, bibliotecas arrasadas e sábios degolados eram expostos em seus portões. Dagorcain não fugiu a  regra, pois anos antes da guerra terminar um grande exercito de demônios invadiu o continente.

Eles chegaram pela região Norte, hoje conhecida como Dranor. Os Demônios não compreendem a vida, e a odeiam profundamente. Tudo que tem forma ou cor, tudo o que pode se mover, seja por vontade própria, pelo movimento do mundo ou pela vontade Elemental e Divina, para eles é odiosa e deve ser aniquilada. E assim eles agiram em Dagorcain.

Naquele tempo o Continente possuía outros nomes, ainda falados em línguas antigas, nos povos Ferais, Gigantes e Golias. Mas a guerra trazida pelos demônios fora tão terrível que o continente foi manchado pelo sangue de milhões. Os Dragões se tornaram escassos no continente, raças foram extintas, exércitos aniquilados. Os Demônios não se davam sequer com raças malignas. Primus, que já fora aliado dos povos de Dagorcain, estava enfrentando seus próprios problemas, e a ajuda não veio de lugar algum.

Os demônios arrasaram as terras que são hoje compreendidas como Morcul, reino e cárcere dos Magos Sombrios, a transformaram em um terreno árido, e as criaturas que cresciam lá eram corrompidas e odiosas. E na região das Garras a ultima batalha foi travada. Se sabe que um grande herói reuniu todas as forças restantes do continente, e recorreu aos Senhores Minotauros que viviam na ilha Minus,  e a todos aqueles que seu chamado alcançou. O local se tornou um terrível deserto, pois a presença dos demônios era devastadora e nada sobrevivia aonde eles se fixavam por menor tempo que fosse.

Nessa região existia a cidade de Harad, rica e bela, dos povos Orientais restantes, já que Morcul havia sido destruída os sobreviventes migraram para Harad. Uma das maiores cidades do continente, com suas gigantes muralhas de Pedra, e seus castelos que cintilavam ouro e prata. A cidade foi sitiada durante a guerra, mas o cerco foi rompido quando finalmente chegaram os exércitos minotauros, liderados por Lorde Vandal, o Touro Xamã. Os demônios foram vencidos a um grande custo, pois os sobreviventes foram muito poucos. Um terço das cidades continuou de pé, e menos que isso se calculou dos sobreviventes de todo Dagorcain.

Mas Harad se manteve de pé, ao Lado do Grande Rio do Mago, um braço do Divisa, que desce em grandes cataratas pelos Penhascos Drow e corta a região que fora uma belíssima floresta, e agora se compreende como o grande Deserto do Continente.

Utilizando o Rio Mago, que desaguava no Mar, a cidade de Harad era um ponto comercial entre Primus e Dagorcain. Alcançar Primus pelo Mar de Sangue, navegando entre os arquipélagos de Fogo, nome que os marinheiros dão ao pequeno conjunto de Ilhas entre os continentes, era um trabalho de grande honra e perigo. E fora um Poderoso Almirante que comandava esses corajosos homens que fundou a cidade de Harad e o Porto Rio-Mar.

 A cidade cresceu devido ao grande comércio que lá havia. Pessoas de todo o continente a visitavam para provar das iguarias de Primus e outros lugares desconhecidos a muitos de Dagorcain. E ela é assim até hoje.

Quanto a Organização


 Os lideres da cidade são descendentes desse grande Almirante, seu nome era Harador o Senhor das Embarcações. E por baixo do nariz da Escola de Magia, ainda empreendem-se no Arquipélago de Fogo, e a cidade ainda é um ponto aonde os povos do Sul viajam por comercio e curiosidade, em busca das atrações vindas de Primus, que hoje é muito mais desconhecido e estranho aos povos de Dagorcain.

Os comerciantes tomam a cidade, que possui 7 Distritos e o Centro comercial, aonde os donos de mercados ambulantes e outros tipos de comercio pagam uma fortuna para ficar um dia no local. A cidade se divide em oito círculos, os 3 últimos fica a periferia da cidade, lugar perigoso para aventureiros novos na região. Podem ser enganados facilmente, levados a emboscadas ao pedirem informações. Guildas de Ladrões e comerciantes tratantes ficam no local, e vendem e contrabandeiam tudo que a Escola de Magia de Elódia considera como Ilegal. Aqui os mercadores pagam o menor preço pela estadia.

Nos 2 próximos distritos estão as mansões e casarões dos Nobres, sócios dos navios comandados pelo Almirante Chefe da Cidade, Haradorion IV. Os moradores e mercantes da Região são sigilosos e cheios de pilantragens por debaixo dos panos. Ao contrário das periferias, aonde é necessário grande quantidade de guaritas e guardas, que trabalham dia e noite para manter a ordem, os Distritos dos Nobres são organizados, e qualquer ilegalidade é bem administrada. Os mercantes da Região são os que possuem maior informação em toda a cidade, e pagam um preço mediano para estadia.

Os 2 últimos distritos antes do Centro Comercial, residem os parentes e associados dos Lideres do Comércio da Cidade, que vivem no Centro Comercial, liderados por Haradrak III, irmão mais velho do Almirante Chefe, cargo dado sempre ao mais novo dos irmãos da família Principal chefiada sempre pelo mais velho de cada geração . Os Distritos de Sangue é local de Mansões e pequenos Castelos, aonde a família dos Almirantes Chefe residem e administram. Os mercantes aqui são menos sigilosos, considerados fanfarrões, sabem algumas informações e as liberam sem dificuldade a vista de bons pagamentos, acreditam ser tão ricos e cultos quanto os mercantes e moradores do Centro Comercial, e adoram receber elogios sobre isso.

O Centro Comercial é a residência de todos os Senhores comerciais da Cidade. Eles tem informantes a seu comando em cada nível da grande cidade, e tem como Líder o Coronel do Mar, cargo atualmente ocupado por Haradrak III, irmão mais velho da ultima geração. Seus irmãos, excluindo o casula, compõe o Conselho da cidade. Os membros do conselho podem ter cargos administrativos além de seu cargo garantido por nascimento.

Esses Cargos Administrativos são geralmente ocupados por grandes Comerciantes que conseguiram o direito de morar na cidade e chefiam grandes caravanas que se instalam em todos os níveis de Harad. É necessária uma fortuna para instalar empreendimentos na região.


Existem mercadores fixos, que vivem no local e pagam todo mês pela sua estadia, e também existem aqueles que pagam a diária para vender na região. Esses não são muito informados, e cumprem ordens ao pé da letra. São extremante sigilosos. Mas existem alguns pequenos líderes desses comércios que podem saber tanto quanto os Administradores da Cidade.     

Hierarquia

Familia

Chefe da Família - Cargo dado ao Coronel do Mar anterior, e só seus filhos receberão os cargos principais da família.

 Haradior II

Coronel do Mar - Cargo dado ao Irmão mais velho da nova Geração.

Haradrak III, filho de Haradior II - Atual

Conselheiros - Cargo dado aos Irmãos do Meio

- Horus VI
-Haradril II
-Helena V - Também Senhora dos Administradores

Almirante Chefe - Cargo exclusivo ao Casula de cada Geração

 (acredita-se que Harador, fundador da cidade, e primeiro Almirante Chefe era o mais novo de seus irmãos, e seu filho mais velho foi o primeiro Coronel do Mar, e assim seguiu o costume).
Haradorion IV - Atual

Administração -

Senhor Administrador (Ocupado geralmente por um filho mais velho de um dos Conselheiros Anteriores, a decisão vira através de uma disputa feita em um grande festival).

-Helena V 

Administradores - Um total de 7 por geração, aonde 2 lugares da mesa são destinados aos filhos do Almirante Chefe Anterior. Outros 5 serão dados a qualquer um que esteja ao nível de tal Cargo.

-Haradior III, filho do Almirante;
-Harendor , filho do Almirante;
-Quirion Stormborn, que possui um representante no seu lugar;
-Honesto, Senhor de Cavalos;
-Valquiria, Senhora das Caravanas de Amonhain;
-Samuell Grey, Representante de Primus;
-Vanys Fëa, das Caravanas Drow;